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Educação Financeira




5 passos simples para você organizar de vez sua vida financeira

6 de Novembro de 2017   Por: Rebeca Guerra

Quanto você gasta para manter seu estoque? E com alimentação, quanto gasta? Quais são seus rendimentos líquidos? Quanto você pagou de imposto? Você conseguiu poupar o mês passado? As contas domésticas reduziram após suas tentativas de corte de custos? Quantas contas estão no débito? Se você não sabe ou sequer se preocupou com as respostas dessas perguntas, entenda que é hora de organizar as finanças.

Lembre-se que dívidas quase todo mundo tem! Mas hoje em dia, com tanto aparato tecnológico e informação disponível, não existe mais desculpa para você não se educar financeiramente e aprender a gerenciar bem suas finanças.

Listamos 5 dicas básicas e práticas para você começar a ter uma vida financeira mais equilibrada:

1) Defina seus objetivos

Independentemente se a sua situação financeira estiver negativa ou positiva, proponha uma meta a ser alcançada para si mesmo, seu negócio e sua família. Defina uma meta e comece a guardar dinheiro a partir dela: aquela viagem de fim de ano, o carro novo, casa nova... Inclua uma graninha para realizar esse sonho dentro dos gastos do seu orçamento doméstico e deixe reservado todo mês. Ao estabelecer metas, o incentivo para controlar gastos e poupar é muito maior e é possível calcular exatamente quais ajustes serão necessários para atingir os objetivos.

 

2) Organize-se

O passo seguinte é anotar todas as suas fontes de rendas e seus gastos. Comece anotando tudo. Durante um tempo, sobretudo no primeiro ou nos dois primeiros meses, você estará em um momento de observação e entendimento de suas finanças, durante o qual será necessário anotar todas as suas despesas, sejam pequenas ou grandes, fixas ou variáveis, e também o valor do seu salário bruto e outras rendas que tiver. Veja uma maneira eficiente de anotar seus gastos:

1 – Gastos na fonte  – impostos e descontos direto em folha, como planos de saúde empresarias, vales transporte, etc.;

2 – Gastos comprometidos – contas mensais fixas e parcelas já assumidas; ex.: água, luz, mensalidade escolar, prestação do carro, academia, etc.;

3 – Gastos do dia a dia – alimentação diária, combustível, farmácia, salão, café, bar, restaurante, balada, cinema, compras de roupas e eletroeletrônicos, revisão do carro, troca de pneus, etc.;

4 – Gastos atípicos – gastos não planejados e/ou emergenciais, como remédios, sinistros, etc..

De acordo com especialistas financeiros, para ter equilíbrio nas contas, o ideal é que seus gastos já comprometidos mensalmente não ultrapassem 60% da sua renda líquida. Assim, é possível ter uma porcentagem de sobra para os gastos do dia a dia e para possíveis gastos atípicos que venham a surgir.

Além disso, anotando todos os seus gastos, é possível ter melhor noção de onde é possível economizar. Afinal, você precisa reservar algum dinheiro para investir em seus objetivos.

Uma ótima maneira de listar seus gastos é usando um aplicativo. Com o Admei, por exemplo, você separa gastos pessoais dos gastos do seu negócio, adiciona entradas e saídas, além de ter na palma da mão um controle fácil das suas finanças. Experimente!

Faça agora mesmo o download na Google Play.

 

3) Faça uma 'faxina' financeira

Sabia que, em média, 25% dos nossos gastos são com supérfluos? As pessoas sempre dizem que não têm mais da onde reduzir as despesas, mas, depois, quando fazem uma análise, observam que é possível. Priorize seus gastos, sobretudo aqueles que são considerados básicos, ligados à alimentação, locomoção, saúde, moradia e educação, por exemplo. Já que você tem anotado suas despesas e suas rendas, você possui dados suficientes para fazer uma comparação e observar se você anda gastando mais do que recebe, e quais são as contas que não poderá cortar, além daquelas que poderá reduzir e cortar por um tempo. Uma boa maneira de enxergar isso é categorizando os seus gastos de acordo com a importância e urgência em sua vida.

 

4) Seja prevenido

Imagine que ter  recursos para emergências corresponda a um 'diploma' da vida adulta. Especialistas recomendam que a reserva de emergência tenha recursos equivalentes à soma de três meses a até um ano e meio do seu salário e que os valores sejam aplicados em investimentos com alta liquidez, isto é, que podem ser resgatados a qualquer momento, como um poupança por exemplo. Essa reserva poderá ser usada para eventualidades, tais como: a quebra do carro, doenças, multas, entre outros.

 

5) Sonhe mais alto!

Por mais que o cenário para muitos seja de pesadelo, nessa hora, é de grande importância sonhar, ou seja, definir os objetivos materiais, pois eles é que farão com que se tenha foco para evitar o descontrole ou mesmo o desespero. Reúna a família e converse sobre o tema, dividindo os sonhos em três tipos: curto (até um ano), médio (até dez anos) e longo (acima de dez anos) prazos, definindo também quanto custam e quanto poderão poupar por mês para realizá-los.

 



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